Sunday, April 26, 2026

MINI John Cooper Works reforça posicionamento esportivo no Brasil




Versão avaliada vem equipada com motor 2.0 turbo de 231 cavalos de potência


Texto e Fotos: Sérgio Dias

A linha John Cooper Works mantém posicionamento específico dentro do portfólio da MINI no Brasil, com foco em desempenho e dirigibilidade. A sigla JCW, associada à divisão esportiva da MINI, representa uma proposta voltada à condução com maior controle e resposta dinâmica. No mercado nacional, o modelo é oferecido em versões elétricas, conversível e quatro portas, mas foi o Hatch a configuração avaliada, com foco na condução em diferentes ambientes.


O MINI John Cooper Works Hatch utiliza um motor 2.0 TwinPower Turbo de quatro cilindros, com potência de 231 cavalos e torque de 380 Nm, associado a uma transmissão automática de dupla embreagem. Esse conjunto permite aceleração de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos e velocidade máxima de 250 km/h. O acerto mecânico inclui suspensão específica e sistema de freios dimensionado para suportar condições de uso com maior exigência.

Agricultura digital cresce com apoio de consórcios estruturados




Ferramenta financeira viabiliza aquisição de máquinas e softwares


A Evoy Administradora de Consórcios anunciou a expansão de soluções voltadas ao agronegócio, reforçando o papel dos consórcios como alternativa de planejamento financeiro para aquisição de máquinas, equipamentos e tecnologias. O movimento ocorre em meio ao avanço da agricultura digital no Brasil, que tem impulsionado a adoção de recursos voltados à eficiência e produtividade.


“A modernização do campo passa por planejamento financeiro. O consórcio permite ao produtor estruturar a aquisição de equipamentos e tecnologias sem recorrer a linhas de crédito com custos elevados, favorecendo uma gestão mais previsível”, afirmou Marcelo Lucindo, CEO da Evoy Administradora de Consórcios.

Saturday, April 25, 2026

Gastos com pets seguem fora do Imposto de Renda em 2026




Legislação atual não permite dedução de despesas com animais de estimação


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

Na mesa de jantar, no sofá e no orçamento mensal, cães e gatos ocupam espaço consolidado nas famílias brasileiras. Na declaração do Imposto de Renda de 2026, porém, a presença dos pets ainda para na porta do sistema tributário. Despesas com consultas veterinárias, vacinas, exames, medicamentos e alimentação não podem ser deduzidas no Imposto de Renda Pessoa Física 2026, mesmo em lares onde os animais são tratados como integrantes da família.


A discussão ganhou força durante o período de entrega das declarações, quando contribuintes passaram a questionar se os custos crescentes com cuidados animais poderiam gerar algum abatimento fiscal. A resposta, pela regra atual, é negativa. A Receita Federal permite deduções relacionadas à saúde apenas para pessoas físicas enquadradas como contribuinte ou dependentes humanos legalmente reconhecidos.

Guarda compartilhada de pets entra na lei brasileira




Lei estabelece regras para convivência e divisão de despesas após separações


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

O fim de uma relação conjugal passou a envolver, de forma oficial, outro integrante da casa: o animal de estimação. Desde abril de 2026, a guarda compartilhada de cães e gatos ganhou respaldo legal no Brasil com a sanção da Lei 15.392/2026, norma que disciplina a custódia de pets em casos de divórcio e dissolução de união estável. A medida reconhece uma realidade crescente nas famílias brasileiras: animais deixaram de ser tratados apenas como bens patrimoniais e passaram a ocupar espaço afetivo dentro da estrutura doméstica.


Na prática, a nova legislação estabelece que, quando o animal tiver convivido majoritariamente com o casal durante a vida em comum, poderá ser considerado de propriedade compartilhada. Se houver consenso entre as partes, os ex-companheiros podem definir como será a convivência, a rotina de visitas e a divisão das despesas. Quando não houver acordo, caberá ao juiz de família decidir, com base em critérios ligados ao bem-estar do pet.

Fiat Fastback 2026 aposta na eletrificação leve para crescer no mercado




Modelo ocupa a quarta posição no ranking de SUVs no primeiro trimestre do ano


Texto e Fotos: Sérgio Dias

A linha Fiat Fastback 2026 mantém presença relevante no segmento de SUVs compactos no Brasil. No primeiro trimestre de 2026, o modelo registrou 12.204 unidades emplacadas, ocupando a quarta posição no ranking nacional. À frente estão Volkswagen T-Cross, com 19.031 unidades, Hyundai Creta, com 16.148, e Chevrolet Tracker, com 14.330 unidades. O cenário evidencia um ambiente de disputa direta, com alternância de posições e forte concentração nos primeiros colocados.


Dentro dessa configuração, o Fastback ocupa um espaço específico ao combinar proposta de SUV com linhas de cupê, além de ampliar sua atuação com a introdução das versões híbridas leves. A linha é composta pelas versões Turbo 200 AT, Audace Hybrid T200 AT, Impetus Hybrid T200 AT, Limited Edition T270 AT e Abarth T270 AT, permitindo à marca atender diferentes perfis de consumidores dentro de um mesmo projeto de produto.

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