Thursday, May 26, 2011

Mudança pela renovação da mente



Texto: Rick Warren*

Quase todos nós temos algo que gostaríamos de mudar em nós mesmos, no nosso trabalho, nos relacionamentos ou nas ações e hábitos diários. Para mudar nossa vida, entretanto, é preciso mudar primeiro a forma como pensamos. Por trás de tudo quanto fazemos está um pensamento. Todo comportamento é motivado por uma crença. E cada ação é induzida por uma atitude.

Ouvindo os gurus dos tempos modernos falam sobre isso pode parecer que se trata de uma descoberta surpreendente. Mas Deus revelou essa verdade milhares de anos antes que psicólogos a compreendessem: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos” (Provérbios 4.23).

Para ilustrar, imagine-se num lago navegando em uma lancha, cujo piloto automático o está levando para leste. E você decidiu reverter o curso e rumar para oeste. Haverá duas maneiras possíveis para fazer isso. Uma, agarrando o leme e fisicamente forçar a lancha a ir em direção oposta; usando força você poderia superar o piloto automático, apesar de contínua resistência. Seus braços ficarão cansados e acabarão tendo que soltar o leme e a lancha voltaria instantaneamente para leste. A mudança será apenas temporária. Ao deixar de forçar a mudança, tudo voltará ao que era antes.

É o que acontece quando tentamos mudar nossa vida pela força da vontade. Dizemos a nós mesmos: “Vou me obrigar a... comer menos; parar de fumar; deixar de ser desorganizado; de me atrasar; não responder irritadamente quando estou sob pressão”... Força de vontade produz mudanças de curta duração e cria estresse interno constante, porque não lidamos com a raiz das causas daquilo que pretendemos mudar. Fazer mudanças não parece ser natural, exigindo muito esforço e força de vontade. E assim, desistimos e deixamos prá lá a dieta, acendemos outro cigarro, chegamos atrasados para reunião importante e reagimos com irritabilidade despropositada.

Mas existe maneira melhor e mais fácil: mudar o “piloto automático” – nossa maneira de pensar. Ou, como a Bíblia diz, nos dispondo a permitir que Deus a mude. “Deixe que Deus o transforme numa nova pessoa mudando a maneira como você pensa...” (Romanos 12.2 – tradução livre).

Mudanças devem começar na mente. A maneira como pensamos determina como nos sentimos e isso influencia nossas ações, o que significa que “é preciso haver uma renovação espiritual de nossos pensamentos e atitudes” (Efésios 4.23 - tradução livre).

Ter a mente de Cristo. A Bíblia ensina a ter “a mente de Jesus Cristo” e chama essa mudança mental de “arrependimento”. A palavra no original grego (metanuo) significa literalmente “mudança de mente e de direção” (Marcos 1.17).

Mude o modo de pensar. Mude sua maneira de pensar sobre Deus, sobre você mesmo, sobre o pecado, sobre outras pessoas, a vida, seu futuro. Tudo enfim. Adote a perspectiva de Cristo a respeito da vida, seguindo-O!

*Rick Warren , escritor e conferencista. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes.

Sunday, May 15, 2011

Massey Ferguson amplia opções de inscrição para Prêmio de Jornalismo




Jornalistas que produzem matérias sobre o agronegócio para revistas, jornais, internet, televisão e fotos para veículos impressos, agora contam com um formato facilitado para inscrições no Prêmio Massey Ferguson de Jornalismo. Até 15 de julho, os jornalistas podem enviar seus trabalhos pelo correio ou pela primeira vez na história do prêmio, por e-mail. Outra forma de inscrição é com o depósito da documentação diretamente em um totem do prêmio nas concessionárias matrizes da Massey Ferguson pelo Brasil.

Anualmente, a premiação é dividida em cinco categorias (televisão, internet, jornal, revista e fotografia). No ano do cinquentenário da marca, serão duas novas categorias com matérias que contemplem o futuro do agronegócio. Nesta categoria, podem ser inscritas reportagens produzidas por profissionais em veículos de imprensa e também, concorrendo a outra prêmio, estudantes de jornalismo com trabalhos feitos para uma disciplina ou jornal-laboratório impresso, revista, internet ou TV.

As informações para a inscrição podem ser conferidas no blog: http://www.massey.com.br/portugues/premiojornalismo/index.asp

Monday, April 18, 2011

Abertas as inscrições para a sexta edição do Prêmio ABCR de Jornalismo


Premiação distribuirá um total de R$ 60 mil

Estão abertas desde hoje (13 de abril de 2011), as inscrições para mais uma edição do Prêmio ABCR de Jornalismo, que distribuirá um total de R$ 60 mil em prêmios nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo e Internet e para um prêmio principal que leva o nome do programa. O objetivo da premiação, promovida pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias, é incentivar e valorizar a produção de reportagens que abordem e discutam a participação da iniciativa privada na operação e administração da infraestrutura rodoviária.


O vencedor de cada uma das quatro categorias receberá a quantia de R$ 10 mil (dez mil reais), em valor bruto, além de diploma. Ao vencedor do prêmio principal será também conferido diploma e a quantia de R$ 20 mil (vinte mil reais), em valor bruto.


Para participar da sexta edição do Prêmio ABCR de Jornalismo é necessário que os jornalistas de todo o Brasil tenham trabalhos publicados na mídia impressa ou na Internet, ou ainda veiculados nas emissoras de televisão ou rádio brasileiras no período entre 16 de setembro de 2010 e 1º de agosto de 2011.


Os jornalistas deverão preencher a Ficha de Inscrição disponível no site www.abcr.org.br . Os profissionais que desejarem obter mais detalhes da premiação poderão também visitar o site acima indicado, onde encontra-se disponível a íntegra do regulamento.


A cerimônia de entrega dos prêmios ocorrerá no dia 24 de outubro, em Foz do Iguaçu (PR), durante o 7° Congresso Brasileiro de Rodovias e Concessões - CBR&C.

Sunday, April 17, 2011

Poder e Perigo da Palavra


Mais uma excelente oportunidade de leitura oferecida pelo grande amigo Marcel Agarie.


Neste texto, Robert D. Foster* mostra com muita sabedoria o "estrago" que as palavras podem causar em nossa vida. Ou não. Depende das nossas escolhas. Boa leitura!


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Josiah Wedgwood, produtor da famosa cerâmica inglesa Wedgwood, estava mostrando sua fábrica a um aristocrata e um empregado, jovem adolescente, os acompanhava. A conversa do aristocrata com Wedgwood era irreverente e vulgar. De início o jovem mostrou-se chocado com o linguajar dele. Mas depois, o comportamento dele mudou, mostrando-se fascinado e rindo das piadas grosseiras do nobre visitante.


Wedgwood ficou aborrecido e profundamente aflito. Ao final do giro pela fábrica mostrou ao visitante um vaso de desenho incomparável. O aristocrata ficou fascinado pela forma elegante e rara beleza do objeto. Ao tentar apanhá-lo para examinar mais de perto, Wedgwood intencionalmente deixou-o cair no chão. A peça cara quebrou-se de forma irreparável em centenas de pedacinhos. Com um insulto o aristocrata gritou: “Eu queria esse vaso para minha coleção. Você o arruinou com sua falta de cuidado!”


“Senhor”, Wedgwood respondeu, “outras coisas foram arruinadas hoje, muito mais preciosas do que esse vaso. O senhor jamais poderá devolver ao jovem que acaba de nos deixar, a reverência pelas coisas sagradas que seus pais tentaram lhe ensinar durante anos. O senhor desfez o esforço deles em menos de meia hora”.


Como reagimos à linguagem das ruas, quando pessoas ao nosso redor usam termos baixos ou linguagem depreciativa para falar de outras? Poderíamos reagir julgando e recriminando, mas é duvidoso que isso possa exercer qualquer influência sobre os que usam essa forma de falar. Se fôssemos reagir, seríamos sábios respondendo de maneira similar à usada por Wedgwood, com gentileza, humildade e honestidade.


Nossa resposta ao discurso profano e inaceitável não deve ser oportunidade para justificarmos a nós mesmos. Não sou capaz de dizer quantas vezes descobri o mesmo tipo de linguagem se levantar dentro de mim. Posso ter sido bem-sucedido em reprimi-la, mas de qualquer maneira o pensamento estava lá. A Bíblia nos adverte: “Portanto, aquele que pensa que está de pé é melhor ter cuidado para não cair” (I Coríntios 10.12). Por este motivo, ao longo dos anos tenho tentado fazer que esta simples oração preceda minhas palavras: “Que as minhas palavras e os meus pensamentos sejam aceitáveis a Ti, ó Senhor Deus, minha rocha e meu defensor” (Salmos 19.14).


Certamente haverá ocasiões no trabalho ou no campo pessoal, em que as circunstâncias nos tentarão a proferir palavras que poderiam ofender e ferir outras pessoas. Seria sábio dar ouvidos à admoestação do apóstolo Paulo em Efésios 4.29: “Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês dizem façam bem aos que ouvem”.


Um amigo meu, Mart De Haan, sugeriu a seguinte oração: “Pai, perdoa-me por tomar o Teu nome em vão, mesmo que apenas no silêncio do meu próprio coração. Ajuda-nos a reconhecer a autoconfiança que nos leva a usar uma capacidade excelente, de maneira tão inferior e vulgar. Ajuda-nos a aprender com nossa irreverência, a ver nossa necessidade do Teu Espírito, de forma que venhamos a dizer: ‘Oh, meu Deus, que tudo que faço ou digo, não seja para minha própria satisfação e motivos egoístas, mas por amor a Cristo. Amém.’”

Thursday, February 10, 2011

A difícil arte de descansar e esperar


Robert D. Foster*

Ninguém gosta de esperar. O nível de irritação se eleva enquanto esperamos em filas de caixas, revistas de segurança em aeroportos ou encaramos o relógio enquanto pessoas entram e saem de consultórios médicos ou dentários. Este é um território onde o tempo parece parar. Ficamos frustrados quando nos achamos sentados nos maiores estacionamentos do mundo - as ruas e avenidas de nossas grandes cidades!

A cultura atual demanda gratificação imediata: “Eu quero agora!” A tecnologia nos estimula a ir cada vez mais rápido: e-mail, telefonia móvel, mensagens de texto, informação instantânea pela internet. A TV nos proporciona, via satélite, observar conflitos e desastres globais em primeira mão. Os mais pressionados pelo tempo são aqueles que não se sentem satisfeitos, a menos que estejam fazendo alguma coisa. Não apenas ser, mas sobretudo fazer! Isto descreve com exatidão minha condição anos atrás.

Foi quando meu seguro e sereno mundo ficou fora de controle. Minha esposa, Bev, não suportou mais conviver com a altitude da nossa pousada no Colorado, que ficava a 2 Km. Assim, nos mudamos para um ambiente mais propício ao sul da Califórnia, onde ela já residira por muitos anos. Para mim isso significou nova residência, clima diferente, deixar para trás um estilo de vida de 45 anos, encontrar novo lugar para servir a Deus, fazer novos amigos e, o mais difícil, determinar o que fazer no condado de Orange.

Eu me sentia à deriva, separado de tudo que me era confortável e familiar. Mas Deus estava usando aquele tempo para chamar minha atenção. Não houve nenhuma visão celestial, nem sonho em que Jesus falava comigo. Mas Deus realmente falou certa manhã através do Salmo 37.7. Parecia que Ele estava dizendo: “Bob, você precisa aprender a descansar e esperar." Foi uma importante lição, mesmo para um homem avançado em idade como eu.

Descansar diz respeito a fatos; esperar tem a ver com promessas. Descansar é o princípio fundamental da salvação de Deus por meio de Jesus Cristo. Eu descanso na obra consumada na Cruz – a morte expiatória de Jesus por meus pecados. “Está consumado”, Jesus disse. Eu não posso acrescentar nada a isso. Por isso é tão difícil compreender e aceitar o Evangelho. É mais fácil labutar que descansar. Não tem nada a ver com minhas obras, mas tudo a ver com Seu sangue derramado por mim e por você!

Esperar é tão difícil se não mais. Esperar pacientemente é extremamente difícil para empresários e profissionais determinados, de alto desempenho. Nós, seguidores de Cristo, devemos esperar pelo cumprimento de Suas promessas. Deus, segundo descobri ao longo dos anos, não faz nada nem cedo, nem tarde. Ele responde no tempo devido.

Precisamos esperar para que Deus revele Sua vontade. Ele tinha um plano e um propósito para cada etapa da minha jornada de vida, inclusive em Orange. Porém, precisei esperar para que Ele cumprisse os desejos do meu coração, como prometido no Salmo 37.4: “Deleite-se no Senhor, e Ele atenderá aos desejos do seu coração.” Como alguém disse, “Grandes esperanças jamais são despertadas no coração humano para desapontá-lo”.

Assim, aqui estou eu, ainda aprendendo, mas também crendo: “Descanse no Senhor e aguarde por Ele com paciência...” (Salmos 37.7).

*Texto adaptado de "The Challenge" (O Desafio), escrito e publicado por Robert D. e Rick Foster, devidamente autorizado pelos autores. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes

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