Wednesday, September 11, 2019

Como torcer para o Brasil?




Seleção jogou contra o Peru na madrugada de terça para quarta e perdeu

Vi agora que o Brasil perdeu. Chamada discreta no Uol. Chamada mais evidente no mesmo Uol sobre a segunda vitória do Mano no comando do Palmeiras.

Lembro-me, quando criança, adolescente...o fascínio que a seleção despertava. Mesmo numa terça, a maioria ficaria acordado para ver o jogo...tendo que acordar cedo...dormir pouco etc.

Hoje torcemos primeiro para o nosso time de coração. Depois torcemos para o time rival perder. Depois torcemos para outro time rival perder...

E, depois, se lembrarmos que o Brasil vai jogar...tentamos torcer pela seleção.

Friday, April 05, 2019

Prêmio Abraciclo de Jornalismo 2019: serão destinados mais de R$80 mil para a premiação




Podem participar matérias sobre veículos de duas rodas publicadas entre 1º de outubro de 2017 e 29 de setembro de 2019

Desde 1º de abril se encontram abertas as inscrições para o Prêmio Abraciclo de Jornalismo 2019, evento bienal que incentiva, em nome da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, os jornalistas profissionais do País todo a elaborar e publicar matérias que analisem, documentem, comentem e propaguem, dentro dos mais diversos contextos, o uso dos veículos de duas rodas como meio efetivo e seguro de transporte, sejam motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas ou similares. 

“Por ter surgido há quatro décadas, este prêmio já se tornou tradicional na Imprensa brasileira e tem se destacado por reconhecer o talento, a criatividade e a dedicação dos jornalistas na busca de pautas diferenciadas, com visões e análises inovadoras a respeito da mobilidade urbana, lazer e realização de operações de transporte, a partir do uso eficiente dos veículos de duas rodas”, afirma Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.

Wednesday, January 02, 2019

Eu já participei da São Silvestre




Na imagem acima, a medalha de 2005

Lembro-me que quando sai de casa, falei para o meu filho Serginho algo como "o pai já volta, com a medalha no peito". Ele tinha sete anos.

Antes da prova, a organização informava que só seriam "premiados" com a medalha quem finaliza-se os 15 quilômetros da São Silvestre em até 2h30, pois após a estrutura seria retirada em razão do Show da Virada. 

Apenas como parâmetro da diferença de um amador (eu estava abaixo ainda de um amador) para um profissional: quando eu estava no quilômetro cinco da prova...o vencedor já tinha finalizado a prova.

Voltando a minha realidade no dia 31.12.2005, início da subida da Brigadeiro, cerca de dois quilômetros me separava do término da prova. Eu sentia, talvez, o pior cansaço que eu já tinha sentido na vida. Ia desistir...já estava quase duas horas "correndo".

Mas, lembrei da minha promessa para o meu Filho. Eu não podia chegar sem a medalha. E não desisti. A luta era subir a Brigadeiro e, pior, antes de 2h30 de prova.

Com 2h20...um pouco mais talvez...finalizei. Conclui. E comemorei com o louco do Marcio, Amigo que me colocou nessa aventura. 

E já se foram 13 anos. Quem sabe não faço isso novamente em breve?

Sunday, June 03, 2018

Pelo acostamento




As ruas falam muito sobre o que somos

Li hoje uma postagem no Facebook de um amigo sobre o grande número de pessoas que trafegam pelos acostamentos das rodovias.

É uma prática muito comum independente do dia e horário. Ele está voltando do litoral, feriado prolongado etc. Mas eu já vi essa situação numa manhã de dia útil na rodovia Fernão Dias.

Numa oportunidade li uma frase que dizia algo como "queremos mudança, mas ninguém quer mudar". Pedimos por mudanças na política, fim da corrupção, mas não mudamos, não damos exemplos no dia a dia. Na primeira oportunidade, se der...vamos levar vantagem.

Precisamos pensar se algo só é bom se me beneficiar. Algo pode ser bom sem necessariamente, num primeiro momento, for bom para mim.

Wednesday, December 21, 2016

A lição que vem da rua




Como aprendi um pouco mais sobre solidariedade em um semáforo

Ontem (20.12) tive um dia corrido, ainda mais considerando a época do ano que estamos. Primeiro almoço de confraternização da Ford do Brasil com a imprensa na Vila Olímpia; depois reuniões com clientes no Butantã e Shopping Eldorado.

A segunda e última reunião acabou por volta das 18h30. Trânsito daquele jeito. O aplicativo Waze sugeriu subir a Rebouças, Pacaembu...e, a partir daí, desliguei o Waze e decidi parar no Bar do Osmar para tomar uma cerveja e comer um torresmo - o bar fica no Campos Elísios. 

Mas o que eu queria realmente dizer sobre ontem vem agora. Um pouco antes de chegar no Bar do Osmar, parado no semáforo na Santa Cecília, um rapaz veio me pedir uma moeda e imediatamente disse que não tinha. Digo que só dou algum dinheiro quando, imediatamente após o pedido, sinto o coração ser "tocado" por algo - mas não foi o caso.

Como estava com um isqueiro na mão direita, mexendo nele, ao dizer que não tinha uma moeda o rapaz pediu ele. "Me dá esse isqueiro então?". Disse que não, pois eu queria um cigarro para poder usar aquele isqueiro. Após isso ele saiu, sem falar nada. Foi uns três, quatro carros para frente. Conversou com um outro rapaz que estava na mesma situação dele. Esse outro rapaz levou a mão na orelha direita (aquela que o português da padaria colocava a caneta bem antigamente), que estava sem nada, e deu pra "ler" ele falando "não tenho".

O rapaz que me pediu a moeda, o isqueiro e eu não dei, foi tentar arrumar um cigarro, que eu disse querer para acender com o isqueiro...e voltou para me dizer que tentou me ajudar, mas que não conseguiu um cigarro.

Meti a mão no bolso e dei as moedas que eu tinha.

Jornal BLEH!

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